Ter um relacionamento no
ambiente de trabalho é algo proibido para algumas empresas e a empresa
Antes mesmo de rolar
alguma coisa entre eles, todas as vezes que se encontravam no café os dois não
perdiam a oportunidade de se falarem coisas picantes do tipo “que vontade de te
dar uns pegas” ou “não vejo de ficar a sós com você”.
Depois de tantas
provocações picantes pelos corredores finalmente Dino tomou coragem para sair
do blábláblá e seguiu Amália de carro até o estacionamento de um supermercado e
lá Amália entrou em seu carro e o amasso rolou solto. Embriagados de tesão
dentro do carro, Amália caiu de boca no pênis de Dino e lhe fez um “boquete”
daqueles que o homem perde até o fôlego.
O clima começou a
esquentar entre eles na empresa até que um dia eles se esbarraram num corredor
que dava para uma sala de reunião; se aproximaram da sala e abriram a porta para
verificar se havia alguém lá dentro, como não havia, entraram ofegantes se
agarrando e se beijando até que Amália cheia tesão não resistiu e caiu de boca
no pênis de Dino novamente. Amália, entusiasmada, deixou Dino louco de prazer
até o momento que ele percebeu que ia atingir o orgasmo e para não gozar na
boca de Amália preferiu tirar o pênis da boca dela e ejacular no vaso de
samambaia.
Amália ficou com uma cara
de assustada observando a atitude de Dino, pois naquele momento não havia
muitas opções a não ser o vaso de samambaia para salva-los do constrangimento
de emporcalhar suas vestes.
Para acudir Dino, Amália
saiu da sala às pressas para buscar papel toalha no banheiro e limpar a
lambança sem deixar vestígios do crime cometido.
Depois de eliminarem a
prova do crime, Amália saiu primeiro da sala para não levantar suspeita de que
estavam juntos e seguiu em direção à sua sala.
Dias se passaram e os
olhares entre eles sempre se cruzavam pela empresa com o gosto de quero mais e sempre
que tinham a oportunidade se agarravam na sala de reunião, porém nunca passou
disso, pois Dino era noivo e assim continuou até que Amália encontrou seu
macaco-prego.
