quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Samambaia Gozada


Ter um relacionamento no ambiente de trabalho é algo proibido para algumas empresas e a empresa em que Amália trabalhava era uma dessas, só que Amália estava louca para dar uns "pegas" em seu companheiro de trabalho. Dino era um homem muito bonito, moreno, alto, olhos verdes, um verdadeiro monumento e também estava a fim de dar uns "amassos" em Amália, mas tinha um problema, ele era noivo.

Antes mesmo de rolar alguma coisa entre eles, todas as vezes que se encontravam no café os dois não perdiam a oportunidade de se falarem coisas picantes do tipo “que vontade de te dar uns pegas” ou “não vejo de ficar a sós com você”.

Depois de tantas provocações picantes pelos corredores finalmente Dino tomou coragem para sair do blábláblá e seguiu Amália de carro até o estacionamento de um supermercado e lá Amália entrou em seu carro e o amasso rolou solto. Embriagados de tesão dentro do carro, Amália caiu de boca no pênis de Dino e lhe fez um “boquete” daqueles que o homem perde até o fôlego.

O clima começou a esquentar entre eles na empresa até que um dia eles se esbarraram num corredor que dava para uma sala de reunião; se aproximaram da sala e abriram a porta para verificar se havia alguém lá dentro, como não havia, entraram ofegantes se agarrando e se beijando até que Amália cheia tesão não resistiu e caiu de boca no pênis de Dino novamente. Amália, entusiasmada, deixou Dino louco de prazer até o momento que ele percebeu que ia atingir o orgasmo e para não gozar na boca de Amália preferiu tirar o pênis da boca dela e ejacular no vaso de samambaia.
 
Amália ficou com uma cara de assustada observando a atitude de Dino, pois naquele momento não havia muitas opções a não ser o vaso de samambaia para salva-los do constrangimento de emporcalhar suas vestes.

Para acudir Dino, Amália saiu da sala às pressas para buscar papel toalha no banheiro e limpar a lambança sem deixar vestígios do crime cometido.

Depois de eliminarem a prova do crime, Amália saiu primeiro da sala para não levantar suspeita de que estavam juntos e seguiu em direção à sua sala.

Dias se passaram e os olhares entre eles sempre se cruzavam pela empresa com o gosto de quero mais e sempre que tinham a oportunidade se agarravam na sala de reunião, porém nunca passou disso, pois Dino era noivo e assim continuou até que Amália encontrou seu macaco-prego.