terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Eu vi

"O que vou contar abaixo não tem a ver com o Macaco Prego, mas como tenho este espaço achei que poderia desejar um Feliz Ano Novo a todos" 


Esse ano eu vi muitas coisas acontecerem...
Primeiro eu vi um casamento que eu achava que era pra sempre se desmanchar... vi o sofrimento dos meus pais e do meu irmão e principalmente, vi o sofrimento das minhas sobrinhas e não pude fazer muito além do que oferecer o meu carinho e providenciar terapia para que elas não crescessem tão perturbadas... Também tive que assistir de camarote a partida delas e ficar com o coração partido...

Também vi a empresa da minha família passar por maus bocados, sendo que nesta cena eu era uma das atrizes principais, vi o desespero do meu pai e isso me assustou, vi o esgotamento do meu irmão para pagar as contas... e me vi com uma bagagem tão pesada que achei que não pudesse carregar...

Lutei até perder as minhas forças e hoje que estamos nos últimos dias do ano eu posso dizer que nem tudo deu certo no final e a mocinha da estória também não encontrou o mocinho como nos filmes... porque isso aqui é realidade... e a realidade é assim... Dura... mas não impossível de superar, porque apesar das dificuldades estamos vivos e com saúde e não tem nada nesse mundo que nos impeça de continuar...

Eu ofereço um brinde a todos aqueles que assim como eu tiveram momentos difíceis em que se sentiram derrotados, mas que também tiveram momentos de alegria, como o nascimento de uma criança, o reencontro de um sobrinho perdido, o casamento de amigos, a comemoração do seu aniversário, confraternizações e viagens com pessoas queridas, eu não posso deixar de desejar um feliz ano novo mesmo sabendo que os obstáculos aparecerão sempre, mas eu peço a Deus que continue me guiando e me dando forças para mais um ano que vem aí...

Feliz 2012!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011



Pessoal, o Blog "Procurando Macaco Prego" entrará em recesso e retornará em 2012 com novas estórias.
Aproveitem este tempo para se atualizarem nas estórias que ainda não foram lidas.


Feliz Ano Novo a todos.


beijos




Fa

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A Recompensa


Depois de um ano sem namorar, Marcela já estava cansada de sair pra se divertir com as amigas, o que ela queria mesmo era arrumar um novo namorado.

Em todos os lugares que ela ia, jogava a isca pra ver se pegava um possível macaco prego, mas só conhecia homens que não queriam se comprometer.

Certa vez, umas amigas dela estavam num bar em SP e conheceram uns caras e depois de muito blábláblá, trocaram telefone para continuarem o contato posteriormente. Na semana seguinte os caras as convidaram para ir passar o final de semana no Guarujá. A casa era enorme, com piscina, vários quartos, elas não pensaram duas vezes e aceitaram no ato.

Estava um final de semana maravilhoso, o sol brilhava fortemente no céu sem nuvens, puderam aproveitar bastante a piscina da casa, tomando sol devidamente estiradas nas espreguiçadeiras, apreciando uma caprichada caipirinha de limão. Era um final de semana dos sonhos.

Os caras queriam mesmo impressionar as garotas para no momento certo darem o bote, só que tinha um detalhe, havia 3 homens e 4 mulheres, uma mulher ficaria sobrando...

No final da noite as três amigas de Marcela se arranjaram com os caras e Marcela ficara sobrando sozinha no quarto.

No dia seguinte, Marcela levantou cedo e foi sozinha para a piscina, ficou esperando alguém aparecer, mas ninguém apareceu. Ficou mal humorada porque estava sobrando, não via a hora de voltar pra casa, mas teve que ficar o dia todo assistindo as amigas aos beijos e abraços com os galanteadores.

Quando anoiteceu arrumaram tudo e voltaram pra casa. Marcela tinha curtido a casa, mas ficou um pouco deprimida porque queria ter se arranjado também. Semanas depois, Macela estava numa balada e reencontrou um velho conhecido que ela não via há bastante tempo, começaram a relembrar os velhos tempos e acabou rolando um clima. Esse por sua vez veio a ser o macaco prego de Marcela.

As amigas de Marcela diziam que ela havia sido recompensada por Deus, por ter ficado um final de semana inteiro chupando o dedo, pois os caras do Guarujá não queriam nada com nada, somente come-las, no final quem ficaram chupando os dedos foram suas amigas. 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Nem tudo pode ser compartilhado


Quando somos crianças aprendemos que temos que dividir as coisas com nossos irmãos, dividir o brinquedo, o doce, a última coxinha, etc, etc, mas quando nos tornamos adultos aprendemos que nem tudo deve ser compartilhado; porém nem sempre conseguimos deixar de compartilhar.

Virginia nunca foi muito de balada, embora gostasse bastante de dançar, sempre preferiu sair somente para aniversário de amigos. Num desses aniversários, Virginia arrasou no visual, estava se sentindo irresistível e ela tinha razão porque logo chamou a atenção de um rapaz que ela não conhecia, mas rapidamente tratou de conhecê-lo e seu nome era Juninho. Começaram a dançarem juntos e para surpresa geral, Virginia se rendeu aos beijos com o cara. Todos na festa ficaram boquiabertos porque Virginia nunca se dava a esses desfrutes.

Virginia já havia se esquecido há quanto tempo não beijava tanto, ficou até com os lábios inchados de tanto beijar. Curtiu a noite inteira ao lado de seu Don Juan, que também parecia estar curtindo a companhia de Virginia, até que chegou a hora de partir, trocaram telefone e se despediram. Virginia sentia-se feliz por ter se permitido aproveitar o momento.

No dia seguinte Virginia recebeu uma ligação de Isabel, uma amiga que também estava na festa. Isabel contou que na volta pra casa, pegou carona no carro em que Juninho estava e que ele parecia estar muito bêbado. Eles vieram conversando sentados no banco traseiro do carro e de repente ele agarrou-a e ela não conseguindo se desvencilhar dele acabou retribuindo o beijo.

Virginia ficou sem fala ao ouvir a estória, sentiu ódio de Juninho, pois nunca ficava com ninguém e quando resolvera ficar soube que havia dividido-o com uma amiga.

Nos próximos dias Juninho ligou para Virginia para marcar um encontro, mas Virginia não atendeu os telefonemas dele, estava indulgente e não queria mais saber de papo, pois há coisas na vida que não queremos compartilhar nem mesmo com nosso melhor amigo.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Procurando Macaco Prego:

Procurando Macaco Prego:

Os dois irmãos


Sabe aqueles namoros em que a família do cara está sempre competindo com você? Pois é, Diana viveu esse drama. Ela namorava um cara chamado Willian e ele tinha um irmão com quem vivia grudado. O pai deles já era falecido e a mãe já de idade morava um pouco afastada da cidade, mas sempre que podiam iam até lá para visitá-la. De fato eles eram muito unidos, tanto que muitas vezes Willian chegou a trocar os compromissos com Diana para sair com o irmão e claro ela nunca era convidada para ir com eles. Embora fossem muito unidos eles moravam em casas separadas, mas um tinha a chave da casa do outro, parecia até um daqueles casais modernos.

Diana levava aquele relacionamento em banho Maria, gostava de Willian e ele era muito carinhoso com ela, mas sempre tinha que aguardar a disponibilidade do rapaz e isso a deixava exacerbada.

Numa noite, Willian a convidou para jantar e tomar um drink e sempre que eles saiam juntos ela passava a noite na casa dele.

Durante o jantar ele mencionou que seu irmão estava doente, que estava tendo uma crise de bronquite horrível e que estava passando uns dias na casa dele. Diana não se espantou e depois do jantar seguiu com Willian para a casa dele.

Quando chegaram ao apartamento a primeira coisa que Willian fez, foi checar cuidadosamente se o irmão estava bem, mas mais parecia que ele estava cuidando de um bebê.

Na manhã seguinte, Willian levantou cedo para preparar o café da manhã. Preparou ovos mexidos, torradas, chá, café, enquanto que Diana ficou no quarto aguardando ele voltar da cozinha. Diana percebeu que Willian estava demorando a voltar então resolveu levantar para ver se ele precisava de ajuda, quando chegou à cozinha Willian havia preparado um “breakfast” maravilhoso, só que não para ela, para o irmão dele.

Diana ficou parada na porta da cozinha assistindo a cena decepcionada, os dois irmãos sentados à mesa saboreando um delicioso café da manhã enquanto que ela não recebera nem ao menos uma xícara de chá.

Diana sabia que não adiantaria cobrar mais atenção do namorado, então voltou para o quarto, vestiu-se e se despediu dizendo que tinha um compromisso.

Naquele dia, Diana teve certeza que não era tão importante para Willian como o irmão era, gostaria de ocupar um espaço maior na vida dele, mas percebeu que seria perda tempo, ele jamais seria seu macaco prego, então decidiu relaxar e não levar mais o relacionamento a sério, preferiu somente curtir os momentos de diversão ao lado dele.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Será que ele é?


Valéria andava solitária e desejava muito encontrar um macaco prego, então resolveu partir para a Internet, se cadastrou em sites de relacionamento e namoro e iniciou sua busca. Alguns encontros foram frustrados até que conheceu Rafael. Começaram a trocar e-mails e o vínculo foi crescendo até que decidiram se encontrar.

O encontro foi num bar no centro da cidade, fazia frio e Rafael vestia um casaco preto e Valéria além de ter ido ao cabeleireiro, usava calça jeans com botas cano alto... sim ela estava se sentindo sexy.
A principio Valéria achou que Rafael era um pouco arredio, mas ao poucos ele foi se soltando e eles conversaram como se conhecessem há anos.

Muitos outros encontros aconteceram e nada de Rafael se aproximar de Valéria, ele a convidava pra sair, mas nunca passava de um abraço no final do encontro. Valéria ficou confusa, afinal o que ele queria com ela? Queria conhecê-la bem antes de dar o primeiro passou ou queria só amizade? Mas essa segunda hipótese lhe parecia estranha porque homens nunca querem ser amigos das mulheres, a não ser que sejam gays.

Valéria estava exausta dessas saídas de amizade, queria um homem ao lado dela, mas Rafael continuava na defensiva, algumas amigas questionavam a sexualidade dele, mas Valéria se recusava a acreditar que ele pudesse ser gay.

Valéria já estava conformada e resolveu trata-lo como amigo e convidou-o para comer uma pizza em sua casa. Como ela estava desencanada não fez depilação e nem estava usando um lingerie transado. Depois que comeram, sem mais nem menos, Rafael partiu pra cima de Valéria e os dois começaram a se beijar. A coisa começou a esquentar e Valéria lembrou que não estava preparada para aquela situação e disse pra ele que era melhor irem mais devagar, como se fosse possível e ele imediatamente parou de beijá-la. Em qualquer situação normal o cara insistiria, mas Rafael parece até que se sentiu aliviado.

Valéria achou que o relacionamento iria tomar um rumo promissor depois de terem ficado juntos, mas não foi o que aconteceu, Rafael deu um gelo em Valéria e semanas depois de sumir, reapareceu dizendo que se sentia pressionado por ela. Valéria entristeceu-se porque estava gostando de Rafael, mas decidiu que deveria esquecê-lo. Ele continuou telefonando pra ela e tratava-a como se nada tivesse acontecido.

Valéria por sua vez não entendia como uma pessoa que está cadastrada num site de relacionamento e namoro poderia querer só amizade. Também não entendia porque ele não a desejava, afinal de contas ela era uma mulher atraente. Esses pensamentos levaram Valéria a acreditar que talvez suas amigas tivessem razão e Rafael talvez não fosse mesmo chegado na fruta.

Meses depois Valéria viu uma foto de Rafael num outro site de relacionamento, ele estava num bar abraçado com dois caras de aspecto duvidoso e aí ficou a dúvida, será que Rafael punha a mão na grama? Esta é uma pergunta que Valéria nunca soube responder com certeza.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A arte da sedução


Existem mulheres que conhecem bem a arte de seduzir um homem e Paula era Phd neste assunto. Ela seduzia os homens que a interessavam e depois os descartava e os homens seduzidos passavam a persegui-la como zumbis desgovernados.

Certa vez Paula foi para uma viagem e lá conheceu diversas pessoas, entre elas havia um rapaz chamado Orlando por quem Paula se interessou e usou seu charme de Hera Venenosa para atraí-lo. Orlando se rendeu aos encantos dessa sedutora, só que havia um detalhe: Orlando estava acompanhado de sua namorada. Ele ficou tão enfeitiçado por Paula que resolveu largar a namorada para ficar com ela, mas Paula não queria compromisso, ela queria somente se divertir.

Paula estava se sentindo lisonjeada por um gato como aquele estar tão apaixonado por ela. Orlando era inteligente, gostava de ler mitologia grega e filosofia, além de ter uma beleza estonteante, então resolveu que deveria dar uma chance para ele.

Depois que voltaram de viagem, Orlando queria encontrar Paula de qualquer jeito, então combinaram de ir para um bar de rock, e lá tomaram todas, só que Orlando não era muito acostumado a beber e saiu do bar completamente zonzo. Na volta, pararam numa praça e Orlando não estava se agüentando nas pernas, sentaram em um banco e ele começou a passar mal, vomitou quase em cima de Paula e depois pegou no sono. Paula ficou possessa, afinal ela esperava que a noite não acabasse de forma tão peculiar como aquela, não quis ficar ali para ver o final da estória, pegou um táxi e se mandou deixando Orlando dormindo na praça em cima do vômito.

Após esse episódio, Paula nunca mais atendeu as ligações de Orlando, voltou para sua vida descompromissada de antes. Naquela fase de curtição em que se encontrava, ela achava que a vida era bem melhor e mais fácil sem a companhia fixa de um macaco prego.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Cuidado ao deixar o macaco prego sozinho


Carla era uma dessas mulheres que as mulheres adoram odiar, magra tipo mignon, com seios pequenos, pernas torneadas e um belo bumbum, mas não era só isso, Carla também apreciava ser o centro das atenções dos “homens”. Quando ela chegava a algum evento entre amigos, as namoradas e esposas já se entreolhavam e cochichavam “lá vem a vaca” e ela adorava atrair os olhares masculinos, para isso gostava de usar roupas ousadas, quanto mais curta a saia mais sexy ela se sentia.

Num desses eventos entre amigos, houve um churrasco e Ruti resolveu levar como acompanhante um rapaz que tinha conhecido há pouco tempo. Chegando ao churrasco, ela apresentou o rapaz para todos e por alguns instantes deixou-o sozinho, foi quando Carla chegou ao churrasco e subitamente iniciou uma conversa com o rapaz e acabaram descobrindo assuntos em comum, engrenando numa conversa que Ruti começou a ficar incomodada.

O ápice do momento foi quando Ruti viu os dois trocando telefone com a desculpa que Carla o levaria a um centro espírita. A mulherada que estava no evento queria pegar Carla e colocar na churrasqueira. Estavam revoltadas com a falta de respeito com Ruti.

Muito perturbada, Ruti decidiu ir embora e foi até o rapaz e falou com ironia: “Eu to indo embora, mas você pode ficar, a Carla te leva” e o rapaz tentando demonstrar naturalidade, mas meio sem graça respondeu “claro que não, eu vim com você, volto com você”, então os dois se despediram e saíram de carro. Durante o caminho, Ruti que estava se sentindo humilhada, descarregou um caminhão de insultos em cima do cara, a discussão foi tão intensa que Ruti parou o carro no acostamento e fez o cara descer em plena rodovia.

Dias depois, Ruti ficou sabendo que Carla e o tal cara estavam saindo juntos, sentiu raiva, pois achou mau caratismo, mas aprendeu uma lição; que jamais se deve deixar um possível macaco prego sozinho em eventos, pois sempre pode haver uma Carla disposta a alimentá-lo.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Destruidora de lares


A simpatia sempre foi uma virtude de Márcia, que sempre foi uma pessoa agradável e fácil de se relacionar. Suas amigas sempre a convidavam para viajar com suas turmas.

Um dia uma amiga de Márcia a convidou para viajar com o pessoal do trabalho dela, eles iriam para Caconde, uma cidadezinha no interior de São Paulo cujo turismo é rico por suas cachoeiras.

O pessoal marcou de se encontrar na porta da empresa e lá decidiriam quem iria com quem e Márcia acabou indo com um rapaz que estava sozinho numa saveiro, assim ela dividiria as despesas da viagem com ele.

Tudo correu bem na viagem, os dias foram bem aproveitados e chegou o dia da volta para casa. Como Márcia tinha ido com o rapaz, ela voltou com ele também, mas não podia imaginar o que a esperava na porta da empresa. A mulher do cara que ela pegou carona estava lá à espera do marido e quando viu Márcia chegando com ele dentro do carro, a mulher ficou histérica e começou a xingá-la de vagabunda pra baixo, acreditando que Márcia estava tendo um caso com o marido dela.

Márcia, sem entender nada, permaneceu dentro do carro, pois a mulher estava disposta a partir para a briga. O cara por sua vez tentava explicar para a mulher que não era nada do que ela estava pensando, mas não adiantava, a mulher estava totalmente fora de si.

Quinze minutos se passaram e finalmente o cara conseguiu acalmar a mulher e os dois se afastaram um pouco do carro para conversar e foi quando Márcia conseguiu sair. O pessoal que tinha ido junto na viagem veio até a Márcia para saber se ela estava bem e ela estava em choque, nunca imaginou que um dia pudesse estar envolvida numa cena dessas.

Depois disso houve outras viagens para Caconde, mas o cara-de-pau que enganara a mulher para viajar sozinho nunca mais foi convidado pela turma.

Como Márcia continuou viajando com pessoal da empresa, eles brincavam com ela chamando-a de “destruidora de lares”, “escondam os maridos”, Márcia dava risada, mas não queria passar por uma situação tão constrangedora como aquela nunca mais. Continuou sonhando com a possível chegada de um macaco-prego solteiro.

Bom dia, o Blog Procurando Macaco Prego está de volta com mais uma estória...

beijo a todos

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Pessoal, 
Estarei ausente quinta e sexta tomando água de côco na Bahia, mas o blog retorna com força total na segunda-feira, segue uma palhinha da próxima estória... 
beijinhos


"A simpatia sempre foi uma virtude de Márcia, que sempre foi uma pessoa agradável e fácil de se relacionar. Suas amigas sempre a convidavam para viajar com suas turmas".

My day was nice




Denise já tinha visitado Londres, mas como suas amigas estavam indo para lá ela ficou desejosa de ir novamente, aproveitou como desculpa que seu inglês era precário e matriculou-se num curso de inglês por duas semanas.

No primeiro dia de aula em Londres, Denise queria conversar em português com o professor que ficava olhando para ela sem nada entender.

Aos poucos Denise foi conseguindo interagir com o pessoal da classe, oras falava em inglês, oras em português e assim foi levando.

Nos dias seguintes o pessoal da classe se organizou para ir a um pub e lá foi Denise. Chegando ao pub, Denise ficou admirada com a quantidade de homens bonitos que havia no local, sentiu-se no paraíso.

Entre uma “pint” de cerveja e outra, um neozelandês se aproximou e puxou papo com ela. Sem entender o que ele estava dizendo, ela concluiu que ele tinha gostado dela e demonstrou reciprocidade. O neozelandês percebeu que ela não o entendia, mas achou divertido e sexy ao mesmo tempo. Depois de algum tempo tentando uma conversa com inicio meio e fim, ele achou que seria melhor beija-la logo porque com certeza esta linguagem, por ser universal, ela entenderia. Na saída do pub, o neozelandês deu a entender que queria vê-la novamente e passou o telefone dele para que ela pudesse ligar e marcar um encontro.

No dia seguinte Denise pediu para sua amiga que falava inglês um pouco melhor, ligar para ele e marcar um encontro.

Marcaram num pub perto do centro e Denise estava nervosa porque sabia que não ia entender o cara. Aamiga de Denise ensinou algumas frases que ela poderia usar durante o encontro: se ele perguntasse como havia sido o dia dela, ela poderia responder “My day was nice” (meu dia foi bom) e assim foi.

O neozelandês demorou um pouco pra chegar por causa do horário, mas enfim chegou e os dois sentaram numa mesa e tentaram iniciar uma conversa. A primeira pergunta que ele fez a ela foi como havia sido o dia dela e ela respondeu prontamente “my day was nice”, logo em seguida ele perguntou uma outra coisa que Denise já não sabia responder, então pegou o dicionário e disse para ele em português, “Espera um pouquinho que vou procurar”. De longe as amigas de Denise observavam-na tentando se fazer entender e o neozelandês parecia estar cansado e sem entusiasmo.  Denise se cansou de procurar no dicionário e começou a conversar com o cara em português, ele olhava pra ela como quem está pensando ”O que eu to fazendo aqui?”, logo arrumou uma desculpa para ir embora.

Denise sentiu-se frustrada, mas no final tinha valido a pena, pois tinha se divertido, depois daquele encontro sentiu-se mais segura para paquerar um alemão que estudava na mesma escola que ela, mas essa é uma outra estória para ser contada num outro dia.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Empolgação na balada



A noite é uma criança e em São Paulo o que não falta é balada boa, mas tinha uma em especial que Susi e suas amigas batiam cartão todas as sextas à noite. A música era boa e já conheciam todo mundo do bar, se tornaram amigas dos DJs e tinham alguns privilégios por lá, mas o melhor de tudo é que era freqüentada por pessoas bem interessantes.

A pista de dança era bem escura, era possível se esconder numa boa lá dentro, havia também um palquinho onde ficavam duas caixas de som com mais ou menos um metro e meio de altura, o lugar era perfeito para conhecer gatinhos e dar uns amassos.

Susi estava dançando, se sentindo totalmente livre quando chegou um cara lindíssimo e começou a dançar com ela. Ela mal pôde acreditar que estava diante de um Deus Grego e imediatamente começou a dançar com ele. Em poucos minutos os dois já estavam se agarrando e foram direto para trás da caixa de som em cima do palquinho. O cara pegou Susi pelo braço e jogou-a na parede, só que de repente ela percebeu que ele não tinha empurrado-a contra a parede e sim contra a caixa de som de um metro e meio. A caixa começou a se mover, não havia mais firmeza e numa fração de segundos os dois estavam caindo junto com a caixa no meio da pista, quase atingindo as pessoas que estavam ali dançando.

Susi levantou rapidamente deixando o cara lá no chão, quando o DJ chegou enlouquecido de raiva, pois teve que parar a música para ver o que estava acontecendo. Ele fez o cara levantar e ajudar a erguer a caixa que era bem pesada.  Susi aproveitou para sumir de cena e se juntou à suas amigas que desconfiaram que era ela quem estava por trás da presepada.

Quando o DJ voltou para a cabine de som, Susi fingiu que nada tinha a ver com a estória e ele desabafou sua indignação contra o casal animado, pois a caixa havia quebrado causando prejuízo para o bar.

Mais de 10 anos se passaram e até hoje o DJ não sabe que foi sua amiga que quebrou sua caixa de som, mas uma coisa é certa, Susi nunca mais deu amassos atrás de objetos que não estavam bem fixos no chão.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

"Plaft" o som que impressiona


"Plaft" o som que impressiona

Tatiana já tinha sido noiva durante uns cinco anos, mas nunca tinha transado com o noivo, ela tinha uns bloqueios e chegava na hora não conseguia. Depois de mais um ano, Tati resolveu que não queria mais se casar e terminou o noivado ainda virgem.

Mais um tempo passou e Tati continuava virgem, ela sabia que precisava resolver esse assunto o mais rápido possível, mas com quem?

Ela trabalhava numa empresa que havia muitos homens e ela estava de paquera com um estagiário de projetos, de repente ela achou que seria uma boa idéia perder a virgindade com ele.

Marcaram de se encontrar num bar, ela tratou de encher a cara para ficar mais corajosa. Depois que tomaram uma meia dúzia de garrafas de cerveja foram para um motel.

Lá no motel, os dois já estavam no clima e se embolaram na cama. Tati estava um pouco nervosa, mas como já estava num nível alcoólico elevado, nem deu importância. O cara a empurrou na cama e veio por cima dela, quando ia iniciar a penetração, eles ouviram um som parecido com “plaft”, o hímen finalmente havia se rompido, Tati já não era mais virgem. O estagiário se impressionou com o som que ouviu e perguntou espantado: “Você era virgem?”, ela um tanto sem graça, balançou a cabeça indicando que sim, uma vez que já tinham começado agora tinham que terminar.

Tati estava em êxtase, saiu do motel se sentindo mais leve, tinha um sorriso estampado no rosto e foi para casa nas nuvens.

No dia seguinte, depois que a bebedeira tinha passado e deixado uma dor de cabeça, ela lembrou que não era mais virgem e que precisava encarar o trabalho. Chegando lá, tinha a impressão de que todos estavam sabendo, mas ela preferiu acreditar que ele seria discreto e depois disso nunca mais saíram juntos, mas pouco importava, porque Tati já estava pronta para novas experiências.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011


Depilação

Vanessa tinha tomado um pé na bunda e estava chateada, mas preferiu não cultivar seu momento de fossa e foi à luta para encontrar um novo amor. Não demorou muito e ela conheceu Felipe e ficou encantada. Puderas, o cara era boa pinta, moreno, alto, corpo definido, enfim, um gato.
Depois de duas semanas que estavam saindo, Vanessa estava realmente apreciando desfilar com o monumento ao seu lado, ela o exibia como um troféu e Felipe demonstrava reciprocidade, afinal Vanessa também era muito bonita. Mais uma semana se passou e haveria um feriado prolongado do qual Vanessa já havia combinado com as amigas de ir para praia, como ela não era boba nem nada, imediatamente convidou-o para ir junto com ela e ele topou.
O apartamento na Praia Grande era minúsculo e os dois pombinhos tiveram que dividir o chão da sala com mais duas amigas.
Um dia de manhã Vanessa e suas amigas já estavam acordadas e começaram a conversar baixinho, Felipe ainda dormia e a conversa foi sobre depilação.
Vanessa começou a contar que um dia tinha se depilado e aparado os pelos pubianos com uma tesoura e os colocado em cima do criado-mudo e esquecido de jogar fora, sua mãe encontrou-os e brigou com ela.
De repente Felipe abre os olhos acordando e Vanessa pergunta se elas tinham acordado ele. Felipe que fingia estar dormindo e ouvira toda a conversa, responde para Vanessa, “eu não estava dormindo” e Vanessa desesperada pergunta: “você ouviu a nossa conversa?” E ele responde bem humorado: “sim” e começou a rir de uma forma descontraída. Vanessa queria abrir um buraco e se enfiar dentro. Apesar da pouca intimidade entre os dois, Felipe que era um cavalheiro, não se incomodou com o que ouvira e fez de tudo para que Vanessa não se sentisse constrangida, levando para a brincadeira.
Depois dessa viagem os dois ainda saíram algumas vezes, mas o relacionamento não vingou, provavelmente porque Vanessa não havia se recuperado do vexame, o macaco prego de Vanessa ainda estava por vir.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


O bonitinho do ônibus

A adolescência é uma fase esquisita mesmo, a menina de quinze anos já não tem mais corpo de menina, mas ainda não tem comportamento de mulher, é uma fase realmente confusa e Taís e suas amigas não eram exceções.
Todos os dias quando voltavam da escola, pegavam o ônibus quase sempre no mesmo horário e quem estava acostumado a tomar o ônibus naquele horário já sabia que as crianças grandes estavam a bordo.
Elas vinham o caminho todo zoando, falando alto, tirando o sarro de tudo, mexiam com as pessoas que passavam na rua, puxavam umas 10 vezes a cordinha que fazia sinal para descer, eram umas pentelhas e Taís era a pior delas.
Num dia qualquer elas estavam voltando pra casa no mesmo horário, de repente entrou um carinha lindinho, que elas nunca tinham visto no ônibus naquele horário. Taís estava sentada na parte de trás do ônibus e pediu para segurar os cadernos dele. Como as meninas já se sentiam donas do pedaço começaram a zoação diária, mas naquele dia para surpresa de todos, Taís preferiu ficar comportada, não se manifestou o caminho todo. Ele mesmo acabou puxando assunto com as meninas e Taís anotou o telefone de todas no caderno dele. No dia seguinte ele passou de ônibus em frente à casa de Taís e a viu lá na frente e decidiu ligar. Marcaram na biblioteca do bairro e ali começaram a namorar.
Três semanas depois, ele já estava frequentando a casa dela e levou um buquê de flores para ela com a seguinte mensagem: "Eu te amo até debaixo d'água", ela achou um pouco prematuro afinal estavam juntos há apenas três semanas e perguntou pra ele, como assim você me ama em tão pouco tempo? Eu acho que eu quero terminar o namoro“, ele virou pra ela e disse: Você não tem idéia do que eu to com vontade de fazer com você neste momento, eu queria meter a mão na sua cara, só não faço isso porque você é mulher”. Taís ficou olhando para ele perplexa, não acreditava no que tinha acabado de ouvir, ele virou as costas e foi embora e foi a ultima vez que Taís vira Gladstone...

quarta-feira, 30 de novembro de 2011


O magnata e sua obsessão

Assim como toda mulher sozinha, Angélica estava em busca de seu macaco prego e valia qualquer tentativa de conhecê-lo, até que conheceu um homem incrível, bonitão e cheio da grana.
No primeiro encontro ele foi buscá-la em casa com seu BMW vermelho e levou-a para jantar num restaurante elegante e como um verdadeiro gentleman ele abriu a porta do carro, pagou a conta, fez tudo que uma mulher espera que um homem faça em seu primeiro encontro. Depois do jantar para impressioná-la convidou-a para conhecer sua casa.
Depois de apresentar cada cômodo da casa, ele ofereceu uma taça de vinho e ela percebeu que ele estava querendo a sobremesa. Era uma situação extremamente sedutora, Angélica que não se fazia de rogada quis conferir se o cara além de ser rico, bonito e bacana, se ele era bom de cama também.
Na hora H, o cara transava com ela acariciando em forma de círculos o próprio mamilo, o que a deixou um pouco desconfortável porque lhe parecia que ele estava transando com ele mesmo.
Angélica foi pra casa pensando no encontro e na transa, apesar de ter achado um pouco estranho, ela resolveu que deveria continuar saindo com ele, afinal de contas ele poderia ser o macaco prego que ela estava procurando, no entanto o cara só estava à procura de diversão, convidou-a para encontrá-la outras vezes, porém sempre na casa dele, nunca mais para jantar.
Angélica se frustrou, mas já sabia que ele não era o macaco prego, ainda aproveitou do cara algumas vezes apesar de ele continuar com a obsessão de seu próprio mamilo e ele sumiu como é de costume os homens fazerem com as mulheres quando não estão interessados.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A carona
 

Cristina sempre foi dura na queda com os homens, sempre fez o estilo “você não me engana não, ta achando que eu sou idiota?”.
Ela tinha acabado de sair de um relacionamento e por insistência dos amigos acabou indo para uma festa, chegando na festa encontrou com Alan que ela já conhecia há algum tempo e como ela estava carente, os dois engrenaram numa conversa e acabaram se beijando. No calor dos beijos Alan sugeriu que eles fossem para um lugar mais tranqüilo, para não dizer “reservado”, Cristina disse que não, que tinha acabado de sair de um relacionamento e que precisava de um tempo; logo em seguida Alan foi ao banheiro e não voltou mais, como Cristina estava desencanada, ela continuou na festa se divertindo com seus amigos, porém ela não esperava que viria Alan se agarrando com outra garota. Ficou muito zangada, achou falta de respeito, mas preferiu fingir que não tinha visto a cena.
Já era tarde e a pessoa que daria carona para Alan já havia ido embora e ele esperava que Cristina o levasse para casa, ela nada indulgente deixou que ele pensasse que ela o levaria, no entanto ela muito astuta se despediu das poucas pessoas que ainda estavam na festa inclusive dele com beijinho no rosto e se mandou deixando o cara sem carona para ir pra casa. Dias depois ela ficou sabendo que Alan havia voltado pra casa de táxi.
Moral de estória, macaco prego que é macaco prego nunca deve subestimar a inteligência de uma mulher, principalmente se ela estiver com muita raiva.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O mico do Fiat 147
Amanda passou a adolescência se achando sem graça. Aos 18 anos ela começou a se achar mais bonitinha e começou a paquerar. Com a auto-estima um pouco mais elevada, ela descobriu que conseguia atrair os bonitões, mas havia um cara que ela tinha sido apaixonada na adolescência, de nome Junior, que tão pouco tinha lhe dado bola, até que ela decidiu que era hora de reverter esta situação.
Certa vez Junior viu Amanda numa balada e ela fez de tudo para chamar a atenção dele. Ele se aproximou dela e os dois começaram a conversar até que rolou um beijo. A partir daquele dia os dois começaram a “ficar” e Amanda foi conhecendo melhor o cara. Ele era um cara estilo largadão, nem aí pra nada, marcava de pegá-la na casa dela e aparecia uma hora depois do combinado.
Um dia ela estava esperando por ele e ela já estava irritada com o tempo de espera. O irmão dela estava no portão da casa conversando com os amigos dele quando Junior chegou num Fiat 147 com a porta do passageiro afundada, acredite: esse não foi o maior constrangimento. Quando se ela dirigiu para a porta do passageiro, ele falou para ela: “essa porta não abre não, você vai ter que entrar pela minha” e todos os amigos do irmão dela estavam de platéia assistindo ela entrar pela porta do motorista, pulando o câmbio para tomar seu assento.
Ela sentiu seu rosto queimar ruborizado, apesar do constrangimento e da raiva que sentiu pela espera de uma hora, ela sabia que sair com ele era diversão garantida...Junior não era seu macaco prego, mas com certeza foi uma pessoa com quem Amanda teve bons momentos.

domingo, 27 de novembro de 2011

Giulia e o homem da sonda
Dizem que tem gosto pra tudo e Giulia era uma dessas pessoas. Ela tinha muito amor para dar, não discriminava raça nem crença, estava sempre disposta a conhecer novas etnias e era a preferida entre os albaneses devido a sua forma física de mulher alta e gordinha.
Certa vez Giulia estava numa balada e conheceu David, um inglês alto, magro e muito charmoso, Giulia não perdeu tempo e no final da noite foi com ele para um motel.
Estavam se beijando e começaram a tirar a roupa um do outro, foi quando ela percebeu que David tinha algo estranho...uma sonda de fezes aderida à pele, mas ela não se incomodou e transou com ele assim mesmo e por mais esdrúxula que a situação podia parecer, ela ainda saiu com ele outras vezes...
As amigas de Giulia apelidaram-no carinhosamente de “sonda”, mas o romance não durou muito, pois logo Giulia tratou de conhecer um outro
Individuo excêntrico cuja nacionalidade era desconhecida.
Giulia procurou muito seu macaco prego e acabou encontrando, hoje vive feliz ao lado de seu amado com seus amados filhinhos. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Apresento o Blog "Procurando Macaco Prego"

Todos devem estar se perguntando que raios seria esse macaco prego, mas calma, eu explico.
Somos uma turma de diversas mulheres solteiras e um dia conversando com o marido de uma amiga, ele nos perguntou, “mas que tipo de homem vocês estão procurando?”, e a resposta foi: "Eu quero um homem de boa aparência, bem sucedido, honesto, carinhoso, bom de cama, que seja um bom pai, que seja romântico, que leve café da manhã na cama, que abra a porta do carro, que pague a conta, etc, etc... " Após ouvir em silêncio aquela aluvião de virtudes ele finalmente falou: “vocês não estão procurando um homem, vocês estão procurando o macaco prego”.  E foi nesse momento que nasceu o macaco prego, que para nós seria o homem perfeito, aquele que se é que existiu um dia, hoje encontra-se em extinção.
A partir daí tive a idéia de escrever sobre nossas aventuras em busca do macaco prego, algumas encontraram, já outras ainda continuam na peregrinação. A intenção aqui é apenas contar de forma bem humorada algumas presepadas sobre nossas conquistas amorosas.

(Os nomes foram alterados para preservar a identidade das pessoas)

O pileque que deu certo

Sueli fazia sucesso com os homens e o mais interessante é que ela nunca fez o tipo mulher fatal, não era nada vaidosa, estava sempre vestindo jeans, camiseta e tênis. Maquiagem nem pensar, a cara estava sempre lavada, mas nada disso a impedia de encantar os homens. Ela namorava dois ao mesmo tempo e os dois morriam por causa dela, claro que um não sabia do outro.
Numa de suas viagens ela conheceu um rapaz e ele se apaixonou a primeira vista por ela, a principio ela não estava muito interessada, mas acabou se rendendo ao assedio do rapaz. No segundo encontro eles foram para um bar e Sueli não era muito de beber, mas naquele dia ela resolveu entornar o caneco, bebeu tanto que teve que sair do bar carregada. O rapaz enfiou-a num táxi e levou-a para um hotel. Depois do acontecido achávamos que o rapaz nunca mais daria o ar da graça, pelo contrario, ficou ainda mais apaixonado, hoje são casados, tiveram um filho e moram na Alemanha há vários anos.
Esse é um bom exemplo de que nem sempre as presepadas não acabam em final feliz.