segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Requisitos para ser um Macaco Prego


Desde menina, Susana sempre foi graciosa e muito bela; nunca teve dificuldade para encontrar namorado, sempre que largava um já pegava outro e passou boa parte de sua juventude namorando. Suas diversas experiências a tornaram uma mulher muito fogosa.

Depois de tantos namoros longos mal sucedidos, Susana acabou ficando sozinha por um tempo, mas como já estava acima dos 30 anos, ela estava ficando preocupada com a idade, pois queria muito encontrar um macaco prego e constituir família, até que numa balada ela conheceu Plínio.

Plínio estava com seus 38 anos, era separado, atraente, não tinha filhos, morava sozinho e era bem sucedido profissionalmente, um verdadeiro gol de placa.

Os dois começaram a sair, porém não com a freqüência que Susana desejava. Suas amigas tinham certeza de que ela tinha encontrado o macaco prego, afinal Plínio preenchia todos os requisitos para esse cargo.

Três ou quatro meses se passaram e Plínio convidou Susana para uma viagem curta de 3 a 4 dias para Buenos Aires, Susana nem hesitou, topou na hora.

Susana e Plínio não tinham tanta intimidade de convivência embora se conhecessem há uns quatro meses, eles tinham saído algumas vezes, não era propriamente um namoro.

Chegando a Buenos Aires eles se hospedaram num hotel perto do Obelisco e foram passear. Depois do jantar voltaram para o hotel e claro, eles transaram.

No dia seguinte quando saíram para explorar a cidade, Susana percebeu que Plínio era um pouco mal humorado e ficava pegando no pé dela por qualquer motivo. Se ela pedia para fazer compras ou se pedia para passar em algum lugar que achava interessante, ele implicava com ela. Além do que, Susana achou que seriam dias de lua de mel, no entanto, Plínio só a procurou uma vez no dia que chegaram e os outros 2 dias dormiram juntos, mas nada, além disso.

No último dia da viagem, Susana não estava só animada porque passaria no Free Shop do aeroporto, mas também porque não via a hora de voltar para casa, pois Plínio não havia feito nenhum esforço para ser agradável com ela, não entendia porque ele a convidara para viajar.

Depois da viagem Susana sentiu certa repugnância por Plínio, não teve mais vontade de sair com ele. Sentiu-se muito frustrada em todos os aspectos e principalmente porque ele não correspondera suas expectativas em relação ao sexo. Ela realmente achou que ele pudesse ser seu macaco prego, mas percebeu que nem sempre o cara aparentemente "perfeito" vai se tornar de fato um macaco prego.

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